sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Segurança eletrônica na pauta dos presidenciáveis

Com a proximidade do pleito eleitoral, candidatos à vaga na Presidência da República intensificam o discurso na área de Segurança Pública. Um tema carente de políticas públicas eficientes e que preocupa três em cada dez brasileiros. Foi o que apontou uma pesquisa recente do Instituto Paraná Pesquisas. Segundo o levantamento, 27% dos entrevistados declararam que seu maior medo em relação ao futuro é a falta de segurança e o crescimento da violência.

Os candidatos mais bem-avaliados pelos principais institutos de pesquisa apresentaram as suas propostas para a Segurança Pública e não surpreenderam. Um ponto os presidenciáveis estão alinhados: investimentos na capacitação e em tecnologias de prevenção. Uma realidade no setor de segurança privada e eletrônica, que promove investimentos em inovações tecnológicas proporcionando dispositivos eficientes como câmeras de segurança com imagens de alta resolução e centrais de alarmes com conexões em aplicativos de smartphones.

O gestor de segurança Antônio Marcos de Souza da empresa brasileira AMS – Sistemas Integrados de Segurança reitera a importância da prevenção e destaca a tendências do setor: “as câmeras Plug and Play, de baixo custo e conectadas à internet para acompanhamento em tempo real pelo cliente”, conclui Marcos de Souza.

A AMS destaca algumas das propostas dos principais candidatos para a Segurança Pública:

Lula (PT) – Diminuição das Operações de Garantia da Lei e da Ordem e investimento na capacitação das polícias e equipamentos e reforma do sistema carcerário. Além de políticas de desarmamento e controle de armas.

Jair Bolsonaro (PSL) - Promover o endurecimento de leis penais, fortalecer o policiamento e promover a revisão do Estatuto do Desarmamento.

Marina Silva (Rede) - Defende um pacto nacional liderado pelo Palácio do Planalto. O Governo Federal deve liderar uma política nacional de redução de homicídios.

Ciro Gomes (PDT) - Controle do tráfico de armas, policiamento das fronteiras e a criação de uma Escola Nacional de Segurança Pública. Além de unificar o registro de armas no país, desenvolver um sistema de inteligência sobre armas, e ajudar no controle de armas legais.

Geraldo Alckmin (PSDB) - Investimento na capacitação dos policiais com uma academia de polícia nacional e com um currículo básico de formação para policiais militares e civis, privilegiando boas práticas de investigação e de policiamento ostensivo.

Álvaro Dias (Podemos) - Investimento em tecnologia, sistemas informatizados de estatísticas com manchas criminais para orientação do policiamento e informações em tempo real e avaliação das polícias. Além de capacitação de policiais por meio de uma Academia Nacional de Polícia.

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