segunda-feira, 11 de março de 2019

Pesquisa ABESE mapeia mercado de segurança eletrônica

A sensação de insegurança dentro de casa fez aumentar o número em residências que investiram em sistemas de segurança nos últimos 12 meses, é o que indica a Pesquisa Nacional sobre Segurança Eletrônica, realizada pela SMG com exclusividade para a Abese com indústrias, distribuidores e prestadores de serviço de todo o país. Uma prévia dos dados da pesquisa foi apresentada hoje, 11/12, durante o Congresso ABESE 2018, por Helton Haddad, um dos responsáveis pela pesquisa.
De acordo com o levantamento, os consumidores finais estão encabeçando as demandas do setor. No último ano, 69% dos prestadores de serviços atenderam projetos para residências. Entre as principais solicitações estão videomonitoramento e sistemas de alarme com e sem fio.


As câmeras de videomonitoramento IP são os produtos mais vendidos do setor de segurança pública e patrimonial. De acordo com o levantamento, as câmeras IP representam 36% dos produtos mais vendidos – encabeçando a lista.


No entanto, as câmeras analógicas ainda representam uma boa parcela de vendas no Brasil – 30%. Ainda assim, dentre as empresas que atendem ao setor de videomonitoramento, 82% trabalham com serviços e produtos IP, enquanto 72% ainda trabalham com soluções analógicas.
A pesquisa ainda mostra que 75% do mercado de segurança é composto por prestadores de serviço. O número indica que o setor atrai empreendedores em todo o país e o videomonitoramento é a área de atuação de 90% dos prestadores de serviço.


Ainda na lista dos produtos mais trabalhados pelos prestadores de serviços estão os sistemas de alarmes com fio e sem fio – 89% e 74%, respectivamente; seguidos pelo Controle de Acesso, que compreende 71% dos serviços prestados e ainda Softwares (49%) e Rastreadores (25%).
O mercado de segurança está otimista para 2019, 95% da indústria pretende lançar novos produtos em 2019, mesmo que para 46% dos entrevistados a carga tributária é ainda o principal desafio.


Para os próximos três anos as principais apostas do segmento são: o uso de aplicativos de segurança em dispositivos móveis com 94%, plataforma na nuvem para integração de sistemas de hardware e software com 84%, automação residencial integrada ao sistema de alarme com 81%, IoT com 80%, serviços de automonitoramento com 64%, inteligência artificial com 63%, portaria remota com 60%, sistemas de inteligência aplicada para análise de comportamento com 55% e monitoramento por áudio com 27%.

FONTE: https://abese.org.br/

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Condomínios de São Paulo proíbem locação de imóveis por aplicativos


Pesquisa da AABIC mostra que 64% dos empreendimentos que levam o debate para assembleia decidem pela proibição das plataformas


O aluguel de imóveis por aplicativos digitais como Airbnb e Booking.com vem se tornando um dos principais motivos de conflitos entre proprietários e condomínios pelo Brasil. Apesar das controvérsias, a maioria dos empreendimentos residenciais de São Paulo ainda não debate a proibição ou liberação da prática em assembleia. Um levantamento da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC) realizado em novembro mostrou que apenas 47% dos condomínios da capital colocaram o assunto em discussão. Entre esses, 64% decidiram proibir a locação por aplicativos, enquanto 36% optaram pela liberação.

Ainda não há uma Lei Federal ou jurisprudências bem definidas para a locação de imóveis por plataformas digitais no Brasil, o que acaba deixando a questão ainda mais controversa. Para que as decisões em condomínios tenham alguma legitimidade perante a justiça, a OAB recomenda que a determinação final seja tomada com o consentimento da maioria absoluta de todos os condôminos (50% + 1). Já a AABIC sugere que o ideal é que decisão reflita a vontade de 2/3 de todos os moradores, possibilitando assim uma alteração na própria Convenção Condominial.

Para o presidente da AABIC, José Roberto Graiche Júnior, é importante que moradores e síndicos aproveitem as assembleias para criar regras específicas caso o condomínio decida permitir os aplicativos. Entre as normas sugeridas pela associação está a criação de formulários internos com a qualificação dos viajantes, a disponibilização de cópia dos documentos dos hóspedes na portaria, além da obrigatoriedade de enfatizar no contrato regras sobre uso de elevadores, descarte de lixo, circulação de animais, barulho, entre outras. “O proprietário do apartamento deve ficar atento, pois qualquer infração cometida pelos hóspedes recairá diretamente sobre ele”, diz Graiche Júnior.

Ainda segundo o dirigente, os condomínios devem se preparar para adaptações na infraestrutura e na rotina de funcionamento em caso de aumento na circulação de hóspedes. Pode ser necessário, por exemplo, contratar mais funcionários e melhorar os sistemas de segurança. “Deve ser considerado ainda um aumento do consumo de água, energia elétrica e gás, elevando o valor do condomínio”, pondera o dirigente.

Para os defensores da hospedagem colaborativa, a locação por temporada, que não exceda 90 dias, já está prevista na lei 8.245 como um direito do proprietário. Já os condomínios que pretendem banir as plataformas digitais se fundamentam no Artigo 3º do Decreto 84.910, que define a locação de diárias em um apartamento como característica essencial de serviços de hospedagem, como hotéis, flats e pensões. Segundo o artigo, é proibido explorar meios de hospedagem sem um registro na Embratur (Empresa Brasileira de Turismo), ou seja, a locação via aplicativo dá margem a uma mudança significativa na destinação do imóvel, que passa de residencial para comercial.

O uso das plataformas de hospedagem gera impasses entre proprietários, governo e comunidade nas principais metrópoles urbanas pelo mundo. Algumas são mais amigáveis, como Amsterdã, na Holanda. Outras mais restritivas, como Barcelona, na Espanha. No Brasil é ainda mais difícil prever alguma ação conclusiva do legislativo, sobretudo com a renovação do Congresso nas últimas eleições.

Algumas cidades turísticas tentam, por lei municipal, emplacar novas regras para regulamentar o aluguel por temporada em aplicativos. Caldas Novas, em Goiás, foi a primeira a cobrar imposto dos proprietários que anunciam imóveis pelos apps. Ubatuba, no litoral de São Paulo, tentou trilhar o mesmo caminho, mas a lei ainda depende de um decreto para entrar em vigor.
Enquanto isso, tramita no Senado o projeto de lei 748/2015, que altera a lei do inquilinato para atualizar o regime da locação para temporada, disciplinando a atividade de compartilhamento de imóveis residenciais por internet ou aplicativos. Ainda longe de ser pacificado nos tribunais, a expectativa é que alguns casos mais antigos cheguem em breve ao STF, dando finalmente ao tema alguma jurisprudência definitiva.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Mobilização de condomínios aumenta segurança

No Brasil, mais da metade da população urbana (50,3%) se sente insegura na cidade. Mais impressionante, porém, é constatar que 21% relatam medo e vulnerabilidade mesmo dentro da própria residência. Para o IBGE, autor do levantamento, o aumento da criminalidade e do número de homicídios dolosos, que chegou a 21 mil só no primeiro semestre deste ano, transformará a segurança um dos temas mais sensíveis para o País. Atentas a essa tendência, as administradoras se mobilizam para adotar procedimentos preventivos e práticas cada vez mais eficientes para combater furtos, assaltos e sequestros dentro dos condomínios.

Um dos procedimentos de maior atenção das administradoras é o processo de seleção dos funcionários. As administradoras estão adotando critérios mais rígidos na análise do histórico dos funcionários. É sempre desejável contar com alguns funcionários mais experientes, com vivência na profissão e boa formação em cursos e treinamentos.

Estar familiarizado com equipamentos de segurança é outro atributo importante, sobretudo para porteiros e zeladores. O levantamento do IBGE mostra que mais de 90% dos condomínios brasileiros contam com algum dispositivo de segurança. 74% deles já possuem sistema de câmeras de vigilância e 38% adotaram fechaduras especiais, barras nas portas e janelas contra arrombamento. Além dos equipamentos mais tradicionais, alguns empreendimentos apostam em tecnologias mais avançadas, como botões de pânico, monitoramento remoto e sistemas de biometria.

Outra forma de proteção são as chamadas redes de bairro, com guaritas que se conversam e mantêm contato mais próximo com a polícia.

Mas afinal, como definir os equipamentos certos a serem implementados e o valor ideal para investir? O recomendado é fazer um estudo de segurança, considerando a localização do condomínio, as formas de acesso, o projeto arquitetônico e até o perfil dos moradores. Alguns profissionais prestam esse tipo de consultoria, ajudando os edifícios a delinear suas prioridades e a fazer uma gestão mais assertiva dos investimentos. Vale ressaltar que todas as escolhas devem ser aprovadas pelos condôminos em assembleia antes de serem implementadas.

Dicas de prevenção

Mesmo equipado com um moderno aparato de segurança, o condomínio não deve abrir mão de certos procedimentos preventivos. Boa parte deles passa pela portaria. É necessário, por exemplo, que os prestadores de serviço fixos estejam cadastrados com nome e documento com foto. Ao atender visitantes, o profissional da portaria deve manter os portões fechados, condicionando a entrada a uma autorização do morador. Também deve evitar abandonar o posto de trabalho, com atenção redobrada com a entrada de veículos, tentando identificar o motorista e demais ocupantes.

O síndico também possui seu papel, acompanhando de perto o andamento das atividades do condomínio. Cabe a ele estimular a reciclagem periódica dos funcionários por meio de treinamentos e promover reuniões com os condôminos a fim de despertar a consciência coletiva sobre segurança.

O cumprimento dos procedimentos passa pela colaboração dos moradores. Reportar aos funcionários movimentações suspeitas nas proximidades do condomínio, abaixar o vidro do carro ao chegar, alertar com antecedência a portaria se estiver chegando em horários mais suscetíveis ao perigo, deixar cópias das chaves apenas com pessoas de confiança e um contato para eventuais emergências antes de viajar são condutas simples, mas essenciais para garantir uma rotina mais segura.

* Advogado e presidente da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC)

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Intelbras marca presença no Congresso Operações de Choque e apresenta soluções inovadoras de segurança, redes e controle de acesso

Em um momento no qual o Brasil enfrenta uma das mais impactantes crises de criminalidade e segurança pública, acontece a primeira edição do Congresso Internacional de Operações de Choque, que ocorre em Florianópolis (SC) entre os dias 10 e 12 de dezembro. Durante o evento, a Intelbras, empresa 100% brasileira da indústria de segurança eletrônica, apresentará uma linha completa de soluções com as mais recentes tecnologias de ultra definição, tecnologia 4k, câmeras de segurança, sistemas de controle de acesso, sistemas, energia, entre outros.


As novidades atendem à crescente demanda do mercado nacional de segurança residencial, condominial e empresarial por produtos e soluções direcionadas ao consumidor final e clientes corporativos. “A Intelbras é uma empresa brasileira que conhece e entende o mercado nacional, desenvolvendo e oferecendo equipamentos com alta qualidade e ótimo custo-benefício. O cliente, seja ele pessoa física ou jurídica e, independente do orçamento, encontra na empresa todas as soluções e produtos necessários para proteção patrimonial e pessoal”, afirma Márcio Ferreira, diretor comercial da Intelbras.

Além de patrocinar o evento, a Intelbras marcará presença no congresso com a palestra de Ferreira no dia 10, no período vespertino. Na ocasião, o executivo abordará os produtos e soluções da empresa que são ideais para o monitoramento e segurança de cidades, grandes empresas e corporações, indústrias, como aeroportos, portos, entre outras, além de produtos de redes, detecção de alarme e incêndio e controle de acesso corporativo, como fechaduras eletrônicas e biométricas.

Novidades da Intelbras no Congresso Operações de Choque:

Com um estande de 28m², a Intelbras contará com diferentes profissionais, entre engenheiros, equipe de produto e equipe comercial para atender aos visitantes. Entre os inúmeros equipamentos que serão expostos, destacam-se:

Projetos ultrapersonalizados:

Compostas por diferentes produtos, ideais para portos, aeroportos, indústria 4.0 e monitoramento público, esta vertente de negócios da Intelbras é composta por equipamentos que demandam soluções robustas, como leitura automática de placas de veículos, imagens coloridas em baixíssima luminosidade, contagem de pessoas, mapa de calor, imagem panorâmica, zoom de até 45X, gravador com 128 canais, filmagem em 12 MP (altíssima resolução), filmagem em 4K, antivandalismo, entre outros.

Um destaque da linha é a VIP 7360 Panorâmica, câmera de segurança que possui oito sensores de dois Megapixels, capta imagens em 360 graus e o usuário consegue analisar detalhes específicos como uma cicatriz, por meio do poderoso zoom sem perder o panorama geral fornecido pela imagem. Outra novidade são as câmeras body cam BCM 3000 e BCM 5000 que serão lançadas no congresso. As câmeras são acopladas ao corpo do usuário, geralmente policias, seguranças ou membros das forças armadas e registram os acontecimentos. A BCM 3000 registra off-line as imagens que podem ser acessadas posteriormente. Já a BCM 5000 é Wi-Fi e 4G, ou seja, as imagens podem ser acessadas ao vivo e o produto possui botão antipânico: o operador aciona a função quando se sentir ameaçado, mandando um sinal para a operação que acompanhará ao vivo a situação. Ambas as câmeras são à prova d’água, filmam no escuro – infravermelho – e são resistentes a quedas. Os equipamentos atendem um nicho de mercado específico e são fabricadas sob demanda.

- Câmeras 4K: é conhecida por apresentar quatro vezes da resolução Full HD, deixando a imagem em altíssima qualidade. Os produtos VHD 7880Z, MHDX 5108 e MHDX 5116 possuem diversas funções, como inteligência de vídeo, e recursos que somados resultam em produtos de excelente qualidade e performance;

- SCA 1000: sistema de controle de acesso que integra o leitor biométrico Bio Inox Plus, que armazena até quatro mil tags e 1499 biometrias. O leitor veicular possui longo alcance de leitura – seis metros – facilitando o controle de entrada de veículos em condomínios, por exemplo.

“Estamos muito animados com a participação da Intelbras na primeira edição do Congresso Operações de Choque. Viemos com um portfólio de produtos e soluções amplo, que abrange as mais modernas tecnologias e sistemas de segurança condizentes com a realidade do nosso país”, afirma Ferreira. “Continuamos focados em contribuir e atender às reais necessidades do consumidor brasileiro, oferecendo inovação, com tecnologias de alta resolução e análise inteligente de vídeo, para que os usuários, sejam eles corporativos, governamentais ou o consumidor final, tenham acesso à segurança 24 horas por dia com qualidade, eficiência e excelente custo-benefício. Além disso, contar com suporte técnico e forte presença nacional, diferencial que só uma indústria 100% brasileira pode oferecer”, finaliza o executivo.

Serviço: Congresso Internacional de Operações de Choque
Data: 10 a 12 de dezembro de 2018
Horário: 08 às 19h
Local: Centro de eventos Gov. Luiz Henrique da Silveira - Rodovia SC-401, km 01, S/N - Trevo de Canasvieiras, Florianópolis

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

O que considerar em um projeto de portaria para condomínios?

Se a sua administradora está buscando alternativas para conferir mais segurança aliada à economia aos condôminos, deve considerar investir na tecnologia de portaria remota. Apesar de ser uma novidade em termos de tecnologia para segurança condominial, esse tipo de solução tem sido adotada por empreendimentos residenciais em todo o Brasil. No entanto, antes de contratar um fornecedor para prestação deste serviço, é importante solicitar um projeto de portaria para condomínio personalizado.

Isso irá garantir que o prédio esteja devidamente adequado para receber a instalação de softwares e equipamentos de última geração necessários. Mais especificamente sobre a solução de portaria remota Kiper, as administradoras interessadas na contratação da tecnologia recebem um projeto de portaria para condomínios personalizado para viabilizar a implementação da solução.

Ao optar pela escolha de uma empresa de segurança referenciada, é feita uma análise de risco para determinar as adequações que deverão ser realizadas no condomínio para implantação da portaria remota. Algumas adequações são obrigatórias para o funcionamento da solução como: eclusa de pedestre, automatizadores de alta velocidade e motores para portões de pedestre.

Além de fornecer a infraestrutura completa para a implantação da solução tecnológica de portaria remota de controle e monitoramento dos acessos à condomínios residenciais, é essencial que a empresa contratada disponha também de suporte técnico e operacional para melhor utilização da solução por parte das administradoras, assim como treinamento comercial para a equipe de profissionais que atuam diretamente com a tecnologia.

Confira a seguir outros pontos que a administradora deve considerar em um projeto de portaria para condomínio e adote uma solução completa para a gestão e controle de acessos.

Entenda o que considerar em um projeto de portaria para condomínios
Investir em um sistema de portaria remota seguro e econômico exige atenção e cuidado. Afinal, ao contratar esse tipo de tecnologia, o condomínio substitui o serviço de portaria em seu formato tradicional e passa a contar com profissionais alocados em uma central de atendimento remota, evitando expor porteiros e moradores a situações de risco.

Por esse motivo, estar atento à questões técnicas sobre o funcionamento de uma solução em portaria remota é determinante para fazer a escolha da tecnologia ideal a ser adotada no condomínio para modernizar a gestão e controle dos acessos.

Saiba o que é preciso considerar em um projeto de portaria para condomínios e opte pela solução ideal de portaria remota.

Funcionamento da solução de forma ininterrupta e sem falhas

Diferente de outros tipos de soluções em portaria remota, o funcionamento do sistema da Kiper é realizado por meio de um protocolo de comunicação exclusivo – link ponto a ponto do condomínio até a empresa de portaria remota. Dessa forma, o sistema não depende de internet para funcionar, garantindo que o condomínio e a empresa de segurança se mantenham interconectados 24 horas por dia, inclusive aos finais de semana e feriados.

Assim, é possível assegurar que o sistema de portaria remota opere de forma ininterrupta e sem falhas, evitando problemas rotineiros bastante comuns em soluções que dependem da internet para funcionar, como por exemplo: demora para liberação do acesso a moradores, visitantes e prestadores de serviço.

Nobreak para assegurar o funcionamento da solução mesmo em caso de queda de energia
Como todos os projetos de portaria para condomínios da Kiper são feitos com exclusividade, a empresa faz uma avaliação do histórico de falta de energia para verificar quanto tempo o prédio ficou sem energia no último ano, por exemplo. Assim, é possível calcular as horas de funcionamento do Nobreak para garantir que a solução continue funcionando, mesmo em caso de queda de energia.

Controle e monitoramento do fluxo de todos os eventos

Com todo o aparato tecnológico de última geração fornecido para o funcionamento do projeto de portaria para condomínios, torna-se possível realizar o controle e monitoramento do fluxo de entradas e saídas para acompanhamento de todos os eventos. As imagens das câmeras do condomínio, assim como o áudio das interações com a central ficam registradas no sistema para auxiliar as administradoras na otimização da gestão condominial.

Além disso, a solução de portaria remota da Kiper é a única do mercado a dispor de um sistema a integrado de evacuação. Assim, em casos de emergência, os moradores podem acionar a empresa de segurança por meio de um alarme para que todas as portas se mantenham abertas para evacuação, inclusive os portões de veículos.

FONTE: http://kiper.com.br

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Neste Natal, presenteie com segurança e conexão

Lançamento da D-Link, câmera DCS-8000LH é uma excelente ferramenta para monitorar a casa, verificar parentes idosos, crianças ou pets e também escritórios, restaurantes, bares, consultórios, entre outros. 

Quer indicação da melhor câmera para sua casa, solicite informações aos técnicos da AMS - Sistemas Integrados de Segurança pelo site www.amsseguranca.com.br


Diferente das câmeras tradicionais, que necessitam de instalação com cabeamento e da presença de um DVR (gravador digital de vídeo) para armazenar as imagens, a DCS-8000LH lançada pela D-Link apresenta gravação em nuvem e permite que o usuário acesse tudo que foi registrado por intermédio do aplicativo mydlink instalado no smartphone. 

Com design moderno e uma resolução HD720p com ângulo de gravação de 120º e visão noturna, a câmera DCS-8000LH facilita o monitoramento, permitindo maior controle na hora de acompanhar qualquer evento que venha acontecer com aqueles que estão presentes no espaço monitorado. É uma boa opção para supervisão de pets, crianças, idosos e também escritórios, restaurantes, bares, consultórios, entre outros. O sensor presente captura qualquer movimentação ou barulho suspeito e envia em tempo real uma notificação no celular do usuário, o que facilita na hora da tomada de decisão para solucionar inconvenientes.

Instale você mesmo


Para realizar a instalação, não é necessária a presença de um técnico, basta ter internet, um roteador Wi-Fi e um smartphone para configurar.

Intelbras lança câmera de segurança iC7s

Câmera faz parte da linha Mibo, possui imagem FullHD, visão 360º do ambiente e pode ser usada como central de alarme

O problema do aumento da violência no Brasil tem deixado muito de nós preocupados com a proteção do nosso patrimônio, sendo ele residencial ou comercial. Levando isso em consideração, a Intelbras, empresa 100% brasileira, líder em segurança eletrônica na América Latina, apresenta ao mercado a câmera Wi-Fi iC7s, que compõe a linha Mibo. O lançamento chega para atender à gama de consumidores e empresas que têm interesse por uma solução de segurança completa, de instalação descomplicada e de ótima qualidade.

Diferente das demais ofertas do mercado, a iC7s permite ao usuário a vigilância 360º do ambiente e armazenamento das imagens com qualidade FullHD (1080p), além de oferecer a função central de alarme, suportando até 32 dispositivos sem fios e interativos, como sensor de presença e de abertura, controle remoto e sirene. Além disso, a câmera tem design ultramoderno e discreto, que harmoniza em qualquer tipo de ambiente, tornando-se um objeto de decoração.

Quer indicação da melhor câmera para sua casa, solicite informações aos técnicos da AMS - Sistemas Integrados de Segurança pelo site www.amsseguranca.com.br


Câmera iC7s

“Um dos grandes diferenciais da câmera iC7s são as funções “Auto tracking” que, ao identificar a presença de alguém, automaticamente acompanhará essa pessoa por todo percurso; e “Sensor tracking” que ao detectar a ativação de um dos sensores, direciona a câmera para ele, tornando todo processo de monitoramento mais dinâmico”, explica Diego Serra, gerente de Segmento Segurança Home & Office da Intelbras. Toda interação é feita pelo aplicativo Mibo instalado em smartphones iOS/Android. Pelo aplicativo, também é possível explorar a função “áudio bidirecional”: com apenas um clique é possível a comunicação entre o usuário e a pessoa monitorada.

O lançamento da iC7s é a nova adição da linha Mibo, que já conta com dois modelos: a iC3 e a iC5. A câmera iC3 é para ambientes internos e tem o objetivo de monitorar a movimentação e proteger residências, apartamentos, escritórios, ambientes como caixas de lojas, monitorar quarto de crianças, pets, idosos, etc. O modelo ainda oferece áudio bidirecional. Já a câmera iC5 é mais robusta e resistente ao clima chuvoso, desenvolvida exatamente para ambientes externos e indicada para quintais, estacionamentos e áreas de lazer.

Os três modelos se conectam à rede Wi-Fi e possuem todas as características que uma câmera de segurança precisa ter: possibilidade de armazenamento em cartão micro-SD de até 128 GB (adquirido separadamente), visão noturna, imagens em alta definição, visão super-wide, com campo de visão 111º (iC3) e 114° (iC5) e 360º (iC7) e notificação de movimento.

“A linha Mibo vai permitir que muitos brasileiros possam ter acesso pela primeira vez a um equipamento de segurança e monitoramento de imagem, protegendo assim o seu patrimônio 24 horas por dia, sete dias por semana. Nossas câmeras seguem a tendência crescente da “casa inteligente”, residências equipadas com tecnologia que permite fácil conexão, monitoramento e controle via smartphone.”, finaliza Serra.