quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Os benefícios de ter uma cerca elétrica

A cerca elétrica é um sistema extremamente dissuasivo (que tenta desestimular a ação), do ponto de vista psicológico, pois impõe medo e receio a um possível agressor.

O equipamento envia um pulso elétrico por toda a extensão de fio sobe barreira física e, caso haja rompimento ou uma fuga de corrente, ela aciona o modo de ativação emitindo alarme.

Tal repulsão feita pela cerca elétrica não é de cunho mortal quando instalada por uma empresa de qualidade. A AMS - Sistema Integrados de Segurança informa que o equipamento já que deve conter uma amperagem extremamente baixa que não ocasione morte na pessoa, apenas uma sensação desagradável devido ao choque de efeito inibitivo.


Dentre as vantagens de se investir em uma cerca elétrica temos: baixo custo de energia para seu funcionamento, é um produto resistente, durável, ótimo meio de segurança, confiável e barato em relação a outros meios de segurança.

Além disso, podem ser usadas juntamente com outros métodos de segurança, como CFTVs (Circuito fechado ou circuito interno de televisão), alarmes e controle de acesso, por exemplo.

Utilidades da cerca elétrica

Seus usos são basicamente para segurança, em diferentes tipos de propriedades e com funções específicas.

Áreas de plantação: na agricultura serve para proteger plantações de alta ou pequena extensão de animais selvagens que insistem em devastar comendo, pisando ou de outra maneira. O choque com certeza só serve para espanto, nada letal. Serve também de cerca para áreas de aviação.

Segurança em propriedades: seja em casas, condomínios ou sítios, o uso da cerca elétrica ajuda na segurança local de modo eficaz, evitando assim assaltos, roubos, invasões, como também atos de vandalismo.

Cercas elétricas monitoradas: são integradas à uma central de alarme e ligadas ao Sistema de Segurança. Quando acionado o alarme, a empresa é contatada automaticamente por um aviso na central, auxiliado por câmeras ou não, tomando as providências em seguida. Dúvidas? Entre em contato pelo site www.amsseguranca.com.br.

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

A eleição que pode mudar o Brasil

Apesar das opiniões divergentes, debates entre amigos e familiares, um fato unifica a sociedade sobre as eleições de 2018: todos querem a transformação do País. Marcado por uma crise econômica aguda, que gerou mais de 13 milhões de desempregados, uma corrupção escancarada que levou diversas lideranças políticas para atrás das grades, um orçamento público desequilibrado e políticos sem representatividade junto à sociedade, o Brasil caminha para uma nova eleição carregado de esperanças, opondo dois projetos políticos bem definidos. As pesquisas indicam a vitória do candidato Jair Bolsonaro (PSL), contra Fernando Haddad (PT). Embora somente o resultado das urnas poderá confirmar o novo presidente do Brasil.

Também decidiremos o novo governador de São Paulo, em uma disputa acirrada entre João Dória (PSDB) e Márcio França (PSB). O empate técnico apontado por diversas pesquisas leva a dúvida sobre a vitória até a apuração final.

Portanto, nesse domingo (28), compareça as seções eleitorais e deposite não só seu voto, mas a esperança em uma renovação do País, em que o crescimento econômico, as oportunidades e a paz estejam novamente coroando a bandeira verde e amarela.

Informações importantes

Para a Justiça Eleitoral, cada turno de votação é considerado uma nova eleição e, por isso, o eleitor que não votou no primeiro turno deverá votar no segundo turno, desde que esteja em situação regular com a Justiça Eleitoral. Mesmo não tendo justificado sua ausência no primeiro turno, ele não está impedido de votar no segundo, porque têm até 60 dias para fazê-lo.

Além da escolha do próximo presidente da República, no dia 28, os eleitores vão definir o nome de governadores de 13 estados e do Distrito Federal e prefeitos de 19 cidades. Neste último caso, são as chamadas eleições suplementares, previstas no Código Eleitoral em casos específicos, geralmente quando há condenação eleitoral ou criminal, abuso de poder político, compra de votos, cassação de mandato, entre outros casos, por parte dos políticos.
Assim como no primeiro turno, quem não comparecer para votar neste domingo é obrigado a justificar sua ausência.

Justificar

Eleitores em trânsito poderão justificar a ausência nas urnas em aeroportos. A lista poderá ser alterada com menos ou mais postos, de acordo com decisão dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) de cada estado. Para justificar o voto o cidadão deve levar um documento oficial com foto, o título de eleitor ou o número do documento.

O formulário de justificativa eleitoral preenchido deve ser entregue no local destinado ao recebimento das justificativas na zona eleitoral. Caso não tenha o formulário em mãos, o eleitor pode retirar e preencher no local.
A justificativa também pode ser feita por meio de um Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE), que deve ser entregue pessoalmente em qualquer cartório eleitoral ou ser enviado, por via postal, ao juiz da zona eleitoral onde o eleitor está inscrito. Os endereços dos cartórios eleitorais podem ser obtidos no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

O prazo para envio é de 60 dias após cada turno da votação. A RJE deve ser acompanhada de documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito.

A ausência também pode ser justificada por meio do Sistema Justifica. A ferramenta permite a apresentação do RJE, pela internet, após a eleição. Ao acessar o sistema, o eleitor deve informar os dados pessoais, declarar o motivo da ausência às urnas e anexar documentação comprobatória digitalizada. O requerimento será encaminhado para zona eleitoral do eleitor, gerando um código de protocolo para acompanhamento do processo.

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Saúde da mulher em foco

Durante o Outubro Rosa - campanha que visa chamar a atenção aos exames preventivos do Câncer de Mama – a reflexão sobre a saúde da mulher vem à tona em toda a sociedade.

Trata-se de uma doença que se dá pela multiplicação de células anormais na mama, que geram o tumor. Por não apresentar sintomas em sua fase inicial, acaba dificultando a detecção precoce pelas mulheres. O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) estima que em 2018 a incidência de câncer de mama no Brasil será de 59 mil casos.

Apesar da grande preocupação quanto a essa doença, outros temas relacionados à saúde da mulher chamam a atenção da sociedade, ainda mais no Outubro Rosa.
Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia, as doenças cardiovasculares causam o dobro do número de mortes em relação a todos os tipos de câncer que atingem o aparelho reprodutor feminino - o maior alvo de preocupação de mulheres em relação à saúde preventiva.
Atualmente as doenças cardíacas na mulher já ultrapassam as estatísticas dos tumores de mama e útero. Segundo dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares respondem por um terço das mortes no mundo, com 8,5 milhões de óbitos por ano, ou seja, mais de 23 mil mulheres por dia. Entre as brasileiras, principalmente acima dos 40 anos, as cardiopatias chegam a representar 30% das causas de morte, a maior taxa da América Latina.

De acordo com a Dra. Magaly Arrais, cirurgiã cardiovascular do HCor, este índice mostra que, embora as mulheres já tenham se conscientizado sobre a importância da realização de exames para a prevenção de doenças ginecológicas e câncer de mama, por exemplo, ainda cuidam pouco da saúde do coração. "A primeira visita ao especialista deve acontecer aos 30 anos. Já quem tem familiares com problemas cardíacos deve procurar avaliação antes desta idade. Durante a primeira consulta, o cardiologista vai aferir a pressão arterial e solicitar a realização de exames laboratoriais e de imagem", explica Dra. Magaly Arrais.

Segundo a cirurgiã cardiovascular do HCor, os principais fatores que prejudicam o bom funcionamento do coração e, consequentemente, alteram os resultados dos exames são a má alimentação, estresse, fumo e sedentarismo, além de doenças crônicas, como hipertensão e diabetes. "As mulheres ainda contam com o agravante da menopausa. O estrogênio, hormônio fabricado durante a fase reprodutiva, que vai dos 12 aos 45 anos, normalmente, ajuda a proteger os vasos sanguíneos e a controlar os níveis de colesterol e triglicerídeos. Na menopausa, a fabricação do hormônio diminui, fazendo com que o coração perca uma proteção natural e fique mais sujeito ao infarto", alerta.

Infarto em mulheres: estudos mostram que, embora a incidência de infarto seja maior no grupo masculino, as mulheres morrem mais. De acordo com um levantamento feito nos Estado Unidos, do total de mulheres infartadas, 14,6% morreram, enquanto entre os homens o índice de mortalidade foi de 10,3%. Os especialistas acreditam que boa parte dessa diferença se deve ao fato de que o infarto sem dor é mais comum nas mulheres. “Esse estudo reforça que os sintomas das mulheres não são típicos. Na prática, o desconhecimento geral sobre os sinais do infarto na mulher resulta em falha no socorro, o que é fatal para muitas,” alerta a Dra. Magaly Arrais.

Quando o homem vai ter um infarto, costuma sentir uma forte dor no peito que irradia para os braços. Entretanto, para as mulheres é comum sentir náusea, fraqueza, dores gástricas, falta de ar, dor que irradia pelas costas, ombros e mandíbula - sintomas que podem ser confundidos com outras doenças. “Por isso ao sentir os sintomas do infarto, como uma dor repentina na boca do estômago, peito ou nas costas, é preciso ficar alerta. O tempo é fundamental para a preservação da vida. Na dúvida, é melhor ligar para o SAMU ou seguir diretamente para o hospital. Ao chegar na emergência, será realizado o monitoramento cardíaco e um eletrocardiograma para verificar se há alguma alteração no coração. Caso seja confirmado, serão tomadas as devidas providências, de acordo com o caso. Entre os principais procedimentos, estão: medicação, cirurgia, como a angioplastia com stent para desobstruir a artéria, e internação", detalha.

A AMS – Sistemas Integrados de Segurança apoia a Campanha Outubro Rosa, criando meios para aperfeiçoar a segurança de todas as mulheres, com tecnologia de ponta, engajamento e qualidade no atendimento.

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Sistemas de Nuvens Inteligentes

Prezando sempre pela qualidade de nossos serviços, a AMS - Sistemas Integrados de Segurança oferece um plano de acesso e armazenamento por meio de nuvens inteligentes, de fácil acesso tanto via Smartphones como Computadores.


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terça-feira, 16 de outubro de 2018

O armamento no Brasil e no Mundo

Com as eleições presidenciais no ápice das discussões, a segurança pública se torna um dos temas mais comentados no debate nacional. Tanto é que o tema é o segundo problema mais importante para os brasileiros, perdendo apenas para a saúde (dados Datafolha).
Neste cenário vem à tona o debate sobre a flexibilização do Estatuto do Desarmamento (Lei nº 10.826/2003). Grupos de parlamentares e representantes da sociedade civil argumentam que diminuir as restrições sobre a compra de arma poderia ajudar a reduzir o número de homicídios ou, pelo menos, aumentar a sensação de segurança da população.
Para entendermos um pouco mais sobre o tema, veja abaixo como funciona a legislação sobre o porte de armas no mundo:

Argentina
O cidadão se habilita a portar uma arma por meio de curso, prova e teste psicotécnico. A cada dois anos a habilitação é renovada, com a realização do exame psicotécnico. A lei restringe bastante o uso. Apesar disso, há algumas habilitações fraudadas que aumentam o número de armas em circulação.
Austrália
Desde 1996 está proibida a venda de armas semiautomáticas e foi restringida a concessão de porte de arma.
Canadá
Armas automáticas e semiautomáticas são proibidas. Para comprar uma arma, o cidadão precisa fazer um treinamento e apresentar um documento provando que o cônjuge concorda. Ao mesmo tempo, a legislação canadense permite de forma bem liberal a posse e porte de armas longas, restringe as armas curtas e proíbe armas com menos de 105 mm de cano.
Estados Unidos
Os Estados são autônomos para legislar sobre o assunto. Em alguns deles, como Massachusetts, se alguém é residente, o Estado pede que tenha uma licença para poder ter posse ou portar uma arma de fogo. No entanto, é vedada na Constituição Federal pela segunda emenda a proibição do porte e da posse de armas, mas a Suprema Corte no século XIX determinou que a emenda se referia às leis federais e deixava os Estados em liberdade de regulamentar o porte de armas. O governo não precisa autorizar para alguém poder comprar uma arma, mas é preciso passar pelo "Criminal Background Check System", um controle de quem compra armas ao verificar o histórico criminal e a ficha pessoal do comprador em até 3 dias. Não há limites de armas que um cidadão pode ter, nem de munição.  As armas não são registradas e o porte é liberado sem a necessidade de autorização prévia para qualquer cidadão sem antecedentes com 16 anos ou mais.
Finlândia
Para comprar uma arma na Finlândia o cidadão precisa de uma licença de compra, além de uma licença específica para cada arma. O cidadão pode alegar que necessita da arma para caça, esporte ou coleção, mas autodefesa é um motivo que o governo não considera válido. Todas as armas precisam ficar em casa. Se o proprietário tiver uma coleção com mais de 5 armas, as mesmas precisam ficar em um cofre que será inspecionado e aprovado pela polícia local. Ademais, o porte é expressamente proibido sendo assegurado apenas a posse.
França
Os candidatos a um porte de arma no País devem ter ao menos 18 anos e são obrigados a determinar uma razão genuína para possuir uma arma, por exemplo, prática de esportes como caça e tiro ao alvo, ou proteção pessoal, segurança ou atividade de colecionador. As autoridades verificam os antecedentes criminais do candidato, além dos registros referentes à saúde física e mental. O processo chega a durar seis meses.
Jamaica
A compra e a posse de qualquer tipo de arma de fogo ou munição por civis foram proibidas em 1974.
Japão
O porte de arma é proibido para civis. Contudo existem exceções quanto à posse. Para obter uma arma no Japão, primeiro, deve-se participar de uma aula de um dia inteiro e passar em uma prova escrita, que é realizada apenas uma vez por mês. Além disso, também deve-se passar por aulas de tiro, testes mentais e teste de drogas, que serão apresentados à polícia. Tendo o Japão um dos menores índices de morte por arma de fogo do mundo perdendo apenas para a Islândia.
México
No México, o artigo 10 da Constituição, permite a todos os cidadãos a possuírem armas de fogo em seus domicílios para segurança e defesa, contudo o porte (circulação com armas) não é permitido sendo legalizado apenas a posse (armas em residência) por fim, quem quiser registrar sua arma deve procurar a Secretaria de Defesa Nacional (SEDENA)
Reino Unido
A venda e o porte de armas são proibidos. Apenas armamentos de caça podem ser vendidos e usados. A legislação relativa às armas de uso pessoal se tornou mais rigorosa a partir de 1996, quando Thomas Hamilton invadiu uma escola primária na cidade escocesa de Dunblane e assassinou 15 crianças e uma professora. Até mesmo a prática de tiro esportivo é proibida, e a equipe que representa o Reino Unido tem de treinar em países vizinhos.
Suíça
Não há restrições sobre a venda de armas. Todo reservista guarda em casa o armamento recebido do exército.
Com isso, podemos observar que cada país com suas culturas, costumes e formas de pensar veem de uma maneira diferente a questão do armamento para a população. Cabe a nós, no Brasil refletirmos sobre a como isso poderia ou não se encaixar na nossa sociedade.
A AMS – Sistemas Integrados de Segurança busca de uma forma tecnológica manter seus clientes o máximo seguro possível. Com sistemas de CFTC, Alarmes, Cercas Elétricas e muito mais. Acesse http://www.amsseguranca.com.br.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Dia das Crianças: segurança também para os pequenos

Com o Dia das Crianças se aproximando é válido ressaltar o quanto nós amamos nossos filhos, irmãos e netos. Assim a preocupação com eles é sempre frequente e nos traz a obrigação de sempre zelar pelo bem-estar e segurança dos pequenos. Segurança é algo que a AMS Sistemas Integrados de Segurança utiliza como principal vertente para seguir em frente. Além de nossos serviços de segurança patrimonial, vamos ajudar com cuidados básicos no dia a dia que podem diminuir alguns riscos. Veja algumas dicas:

1 Evite mexer em bolsas ou carteiras para entregar dinheiro às crianças, seja na saída de casa, no trânsito ou nas proximidades da escola, pois os assaltantes estão sempre esperando uma oportunidade. Opte por entregar o dinheiro para a criança antes de sair de casa.

2 Oriente seus filhos a utilizarem com discrição os celulares, notebooks e demais equipamentos eletrônicos (MP3, MP4, câmeras digitais, etc.), pois as crianças são vítimas potenciais dos bandidos, principalmente por não oferecerem maior resistência.


3 Ensine a criança para que ela aprenda o próprio endereço, telefone, nome dos pais, nome dos responsáveis, e que procure um policial caso se sinta perdida, assustada ou ameaçada.

4 A criança também deve ser orientada a evitar contato com pessoas estranhas, aceitar caronas, alimentos ou presentes, pois podem ser sequestradas.

5 Se possível, combine com vizinhos ou colegas de classe que façam o mesmo caminho para irem e voltarem juntos da escola.

6 Quando utilizar ônibus ou transporte escolar é recomendável sentar-se sempre próximo ao motorista ou cobrador.  O transporte escolar é um item de grande relevância e merece toda a atenção dos pais, que além de exigir a apresentação do alvará de circulação, devem avaliar as condições de conservação e segurança do veículo, pedir referências e orientar as crianças para prestarem atenção à conduta do motorista no trânsito. Além disso, é imprescindível ler com cuidado cada item do contrato e das condições de pagamento.

Num país em que a violência só cresce, crianças se tornam alvos fáceis de bandidos. Mas adotar algumas manias para prevenção pode ser decisivo na segurança de seus filhos.

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Nova lei de importunação sexual pune assédio na rua

Promotora considera tão importante quanto Lei Maria da Penha

Sob aclamação de profissionais do sistema jurídico e de grupos de defesa dos direitos das mulheres, foi sancionada alguns dias atrás pela Presidência de República a lei que criminaliza os atos de importunação sexual e divulgação de cenas de estupro, nudez, sexo e pornografia. A pena para as duas condutas criminosas é prisão de 1 a 5 anos.

A importunação sexual foi definida em termos legais como a prática de ato libidinoso contra alguém sem a sua anuência “com o objetivo de satisfazer a própria lascívia ou a de terceiro”. A nova tipificação substituiu a contravenção penal de “importunação ofensiva ao pudor” e já foi aplicada esta semana na cidade de São Paulo em ocorrências no transporte público.

A promotora de Justiça, Valéria Scarence, que integra do Núcleo de Gênero do Ministério Público de São Paulo, destaca que a nova lei representa o terceiro marco jurídico importante na área de defesa das mulheres, depois da edição das leis da Maria da Penha e do Feminicídio.

“Essa lei surge em razão de duas graves lacunas da nossa legislação que não previa especificamente nem a conduta de importunação sexual, conhecida vulgarmente como assédio na rua, e a conduta de divulgação de cena íntima ou cena de estupro. São fatos de muita gravidade, mas que não encontravam correspondente na lei. Os efeitos já se sentem imediatamente. Já foram feitas várias prisões, toda a população está comentando, então essa lei vem ao encontro do anseio da população”, avalia a promotora.

Valéria exemplifica alguns casos de importunação sexual: beijo roubado ou forçado, passar a mão, “encoxar” no ônibus ou metrô e fazer cantadas invasivas. Ela acrescenta que este crime também pode ser identificado nos casos, já ocorridos, em que homens ejacularam sobre mulheres no sistema de transporte público. Mas, dependendo da situação, a conduta pode ser tipificada como estupro, se ocorrer uso da força, por exemplo.

A promotora acredita no poder da nova lei. "É extremamente importante que essa lei seja aplicada para que o Brasil não continue sendo recordista em violência contra mulheres. Em 2016, a cada 10 mulheres, uma sofreu assédio no transporte e 4 receberam comentários ofensivos na rua. A cada 20 mulheres, uma foi agarrada à força", enumera. "Esse país precisa mudar. O legislador fez a sua parte. Agora, cabe ao Ministério Público e a cada um fazer sua parte. Violência contra a mulher é um problema do Estado e da sociedade”, conclui.

A AMS -  Sistemas Integrados de Segurança luta diariamente para a segurança de todos, com sistemas de segurança modernos e inovadores no mercado. É de grande importância que uma lei seja sancionada para a segurança das mulheres, que sofrem com assédio, perseguição e humilhações por conta de seu sexo.

Conheça mais sobre nossos serviços de segurança em: http://www.amsseguranca.com.br

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Pesquisa revela que segurança é um fator decisivo na hora de comprar um imóvel

Para conhecer e entender melhor os anseios de seus usuários na hora de comprar ou alugar um imóvel, a OLX – principal plataforma de compra e venda online do País – realizou uma pesquisa sobre o tema. O levantamento mostrou que o “imóvel dos sonhos” para a maioria dos internautas deve ter uma suíte (51,07%), dois quartos (48,45%), um banheiro (56,75%) e, ao menos, uma vaga na garagem (46,58%).

Outro ponto interessante no recorte é que a segurança no entorno do empreendimento (84%) é mais importante no momento de decisão de compra ou aluguel de um imóvel do que tópicos tradicionalmente relevantes, como características do lugar (75%), transporte público (71%) ou comércio nos arredores (70%). Contudo, a principal condição ainda é o valor total da nova residência, presente na resposta de 87% das pessoas.

A análise revelou que 24,78% dos usuários procuram uma casa para compra. Na sequência, as buscas são por uma casa para alugar (14,45%) e, em terceiro lugar, apartamento para locação, com 14,16% da preferência. Com a pesquisa, a empresa descobriu que a escolha de compra ou locação é feita em conjunto com o cônjuge, de acordo com 50% dos respondentes.

O estudo foi realizado com 340 internautas de todo o Brasil em agosto.
Podemos concluir que sendo o segundo item mais considerado na hora de decisão da compra, a segurança ainda é algo muito requisitado pelo brasileiro. Uma casa com um sistema de segurança AMS agrega muito mais valor ao seu imóvel na hora da venda e para quem compra é um benefício a mais na aquisição. Disponibilizando CFTV (Circuito fechado ou circuito interno de televisão), Alarme, Cerca Elétrica e Controle de Acesso o poder de evitar ou ter uma reação mais rápida na hora de uma ameaça é muito maior.

Veja abaixo como cada sistema agrega em sua residência:

CFTV
Tem objetivo de identifica a situação de risco e ajudar as equipes de pronta resposta, segurança, a responder à ação de agressão com mais rapidez.
É bom frisar, entretanto, que esta aplicação só será eficiente com a integração da equipe de segurança e o operador do monitoramento.

ALARME
São sistemas que identificam o início do sinistro, tanto na área da segurança patrimonial, como na de segurança contra incêndio.
Estes sistemas têm por função básica detectar e identifica a área ou ponto exato do sinistro ou da intrusão, alertando a central de segurança para que medidas sejam tomadas.

CERCA ELÉTRICA
É um sistema extremamente dissuasivo, do ponto de vista psicológico, pois impõe respeito a um possível agressor. A cerca elétrica envia um pulso elétrico por toda a extensão de fio sobe barreira física e, caso haja rompimento ou uma fuga de corrente, ela aciona o modo de ativação emitindo alarme.

CONTROLE DE ACESSO
Os sistemas de controle de acesso têm por objetivo administrar, registrar e impedir o acesso de pessoas, veículos, objetos e materiais. São um conjunto de dispositivos que visam as áreas de segurança para prevenção dos riscos que podem afetar as pessoas, bens e instalações.