quarta-feira, 25 de julho de 2018

Portaria remota: é possível reduzir custos sem comprometer a segurança?

O sistema de portaria remota (ou virtual) é uma alternativa cada vez mais utilizada em condomínios que buscam reduzir custos operacionais, principalmente com folha de pagamento de funcionários, sem comprometer a segurança. Em evento na sede do Secovi-SP, dia 16/7, especialistas explicaram como funciona esse sistema e esclareceram quais são os principais cuidados e benefícios da portaria remota.

Mais de 200 pessoas, entre síndicos e funcionários de administradoras, estiveram no evento, que contou com a participação de Walter Uvo, diretor de Operações da Minha Portaria do Grupo Focusmind; Emerson Silvério, gerente da Intelbras; Odirley Felicio da Rocha, diretor Comercial da Kiper; e Leandro Magelli, gerente Técnico Haganá; como debatedores, e a mediação de Sérgio Meira de Castro Neto, diretor de Condomínios da vice-presidência de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP.

Logo no início dos debates, Meira questionou se realmente a portaria remota é segura para os condomínios. Para Emerson Silvério, gerente da Intelbrás, a portaria remota tem tudo para ser mais segura, se for feita de maneira adequada com o dimensionamento correto dos equipamentos e prestação de serviços condizente com as necessidades do condomínio. “Cada morador vai se sentir responsável por quem vai colocar para dentro do condomínio”, disse Odirley da Rocha, diretor comercial da Kiper.

Outra dúvida levantada por Meira foi com relação ao contrato. “Há basicamente três tipos de contrato. Quando é compra direta dos equipamentos, o condomínio deve se focar no impacto disso nas suas contas e também no tempo de retorno do investimento. Quando se tratar de locação ou comodato, a principal pergunta deve ser como ficarão os equipamentos no final do período do contrato”, destacou Leandro Mageli, gerente técnico da empresa de segurança Haganá.

Cuidados – “A realização da assembleia com pauta específica para deliberar o assunto com os condôminos é fundamental”, indicou o diretor do Secovi-SP. Para Walter Uvo, diretor de operações da Minha Portaria, do grupo Focusmind, a apresentação da ata da assembleia em que foi aprovada a contratação do serviço é condição essencial.

“Dividir com toda a comunidade essa decisão e essa responsabilidade é fundamental”, reiterou Walter Uvo, aconselhando que o síndico visite a sede da empresa a ser contratada e alguns clientes já atendidos por ela.

Outro cuidado importante é com relação à internet. Segundo os especialistas, a empresa contratada deve ser a responsável pelo link de internet – a “alma” do serviço de portaria remota. “Quando a internet cair às 2 horas da madrugada, não adianta a empresa ligar para o síndico. Não é ele quem deve cuidar desse problema. Essa responsabilidade deve ser da empresa, contratualmente”, opina Uvo.

Emerson Silvério, da Intelbrás, disse que cada empresa presta serviços de uma forma diferente e é importante que o síndico saiba explorar esse ‘cardápio de opções’ do mercado e ver o que é melhor para o seu condomínio.

Segundo ele, há tecnologia disponível para liberar a entrada de pessoas no condomínio de diversas formas: senha, tag, biometria, QR Code e até reconhecimento facial. “É importante que o síndico olhe para o seu condomínio e entenda o que mais se adapta às necessidades do local”, ressaltou Silvério.

Emergências - “Problemas que bloqueiem o acesso ao condomínio, como portões, interfones, câmeras da área externa, têm previsão contratual de até quatro horas de resposta”, explica Walter Uvo.

Além de destacar uma equipe para o condomínio no momento do chamado, a comunicação com a comunidade em questão também é importante, diz Uvo. “Mandar um mensagem pelo celular, um whatsapp para os moradores avisando, ajuda a minimizar o desconforto da situação.”

A migração da portaria presencial para a remota requer uma mudança de cultura e de hábitos.  “O condomínio ganha em economia, mas o morador perde um pouco de conforto, pois sabe que não é mais em qualquer horário que haverá um funcionário para receber e encaminhar o que chega no condomínio”, ponderou Sergio Meira.

O especialista em segurança eletrônica, Antônio Marcos de Souza, da AMS - Sistemas Integrados de Segurança (www.amsseguranca.com.br), já trabalha com o sistema em grandes condomínios da região do Grande ABC Paulista. Chamada de Portaria Compartilhada, seu sistema reduz o custo do condomínio e aprimora o controle. "Realmente é um sistema muito bom. Faço diversas reuniões de apresentação em condomínios levando um protótipo que exemplifica o processo passo a passo. Estamos abertos a difundir o sistema mais e mais, pela redução de custo e qualidade que ele proporciona", afirma.

Para o vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP, Hubert Gebara, o assunto ainda deve gerar muitas dúvidas. "A portaria remota é uma tendência irreversível", afirmou. Além dos aspectos tecnológicos, ele chamou a atenção para a questão da segurança. "É importante a disciplina dos moradores e usuários, pois o volume de pessoas entrando e saindo ao mesmo tempo pode comprometer diretamente a segurança."

Os especialistas ainda esclareceram sobre os procedimentos de cada empresa no caso de falta de energia no condomínio, entrega de encomendas e comparecimento de oficial de justiça, entre outras questões levantadas pela plateia durante o evento, que foi coordenado por Paulo Romani, integrante da vice-presidência de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP.


 Autor: Assessoria de Comunicação - Secovi-SP (com edição)

segunda-feira, 23 de julho de 2018

São Paulo tem nova legislação de portões em residências e condomínios

Aprovada em janeiro, a lei foi regulamentada esta semana e prevê multa para quem descumprir as regras de adequação dos portões automáticos

Publicado nesta terça-feira, dia 19/6, o Decreto nº 58.275/2018 regulamenta a Lei Municipal nº 16.809, de 24 de janeiro de 2018, e determina que portões e cancelas automáticas pivotantes ou basculantes que permitem o acesso de veículos ou pessoas não poderão em seu movimento de abertura, fechamento ou travamento projetar-se para fora do alinhamento do imóvel, a fim de proteger a integridade física dos pedestres e evitar danos aos veículos que trafegam no local.

A lei proíbe que portões e cancelas automáticas invadam o passeio público em seu curso de abertura. A regra vale também para os dispositivos já instalados e os proprietários dos imóveis, inclusive os condomínios, têm 6 meses para providenciar a adaptação. Portões pivotantes são aqueles que se abrem lateralmente, como uma porta residencial comum. Já os basculantes são aqueles que levantam o quadro do portão girando-o para cima.

O decreto prevê quatro alternativas para regularizar os aparelhos já existentes:

Instalar sensor eletrônico “capaz de detectar a passagem de pessoas e veículos” que trave seu funcionamento quando houver um obstáculo do lado de fora;

Colocar sinalização sonora e luminosa que seja acionada 15 segundos antes da movimentação do aparelho;

Adaptar o dispositivo para que ele se torne deslizante, e não mais basculante ou pivotante;

Adaptar o dispositivo para que ele se movimente para dentro do imóvel, e não mais para fora.

Conforme o decreto, quem não seguir as normas será intimado a readequar o portão em 30 dias. Em caso de descumprimento, a multa aplicada será de R$ 250, reaplicada a cada 30 dias. O decreto não altera a regulamentação de portões manuais.

Autor: Assessoria de Comunicação - Secovi-SP

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Escolher empresas de segurança exige atenção do cliente

Em busca da melhora da sensação de segurança, muitos consumidores acabam contratando empresas de segurança eletrônica sem pesquisar a reputação. Em certas ocasiões, simplesmente porque encontraram seus serviços rapidamente pela internet, já acabam contratando sem ao menos conhecer a qualidade do atendimento.

Não é difícil hoje em dia encontrar sistemas de segurança customizados, como câmeras, cercas elétricas, entre outras tecnologias importadas da China em portais como Mercado Livre e Buscapé. Porém, muitas tecnologias apresentam fragilidades imensas, deixando realmente o cliente vulnerável.

De acordo com o gestor de segurança da AMS – Sistemas Integrados de Segurança, Marcos Antônio de Souza, com quase 20 anos de experiência no mercado, o consumidor precisa ficar atento ao serviço que contrata, pois muitas empresas realmente vendem o que não podem entregar. “Existem tecnologias sem fio que contam com bloqueadores de frequência que derrubam facilmente os sinais desses equipamentos. Há casos que até os equipamentos de segurança foram roubados, deixando o cliente totalmente vulnerável”, afirma o especialista.

De acordo com Marcos, pesquisar a procedência da empresa e a experiência dos profissionais de segurança envolvidos são a chave para garantir um bom resultado. “É preciso pesquisar em todos os canais disponíveis, principalmente a opinião dos clientes atendidos. Consultar as reclamações e avaliações, pois assim o sucesso na escolha do serviço será garantido”, conclui   Marcos Antônio de Souza.

Onde pesquisar a procedência?

O Reclame AQUI é um canal muito importante para que o consumidor consiga resolver os seus problemas com as empresas, mas muito mais do que isso, o Reclame AQUI é um site de pesquisa usado por milhões de consumidores antes de fazerem uma compra ou fecharem um negócio.

A reputação das empresas é calculada de forma automatizada pelo Reclame AQUI, não havendo interferência manual na apuração dos dados ou atualização dos índices. O Banco de dados do Reclame AQUI é totalmente sigiloso e não comercializável e os dados das empresas e dos consumidores que estão cadastrados no site servem apenas para possibilitar o acesso e atendimento entre as duas partes.

Todas as informações de origem das mensagens dos consumidores ficam armazenadas no banco de dados e todo o conteúdo público do site é indexado automaticamente pelo Google e outros buscadores. Acesse o www.reclameaqui.com.br e analise as empresas.

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Criminalidade na porta de casa

O medo da violência é um fator constante nos moradores de grandes metrópoles. Não há lugar certo para ser assaltado. Apesar de alguns locais apresentarem maiores índices de criminalidade, todo o cuidado é pouco quando falamos de segurança.

Com certeza você conhece alguém que já foi assaltado na porta de casa, na saída do trabalho ou da faculdade. Não é mesmo?

Uma pesquisa de agosto de 2017 mostra que o brasileiro sente a presença do crime organizado em sua vizinhança. Nas grandes cidades a percepção é maior que no interior. O levantamento realizado pelo Instituto Datafolha apontou que 23% dos entrevistados consideram essa sensação alta e 26%, média. Foram ouvidas 2.087 pessoas em todas as regiões do país. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, com nível de confiança de 95%.

A AMS - Sistemas Integrados de Segurança é uma empresa de segurança que busca melhorias nos índices de criminalidade, pensando sempre na segurança do nosso cliente. Assim, com sistemas integrados como CFTV (Circuito Fechado de Televisão), Alarmes, Câmeras de Segurança e Cercas Elétricas, busca inibir o bandido de adentrar a sua residência, comércio ou trabalho e caso isso ocorra, estaremos monitorando e tomando as medidas cabíveis para recuperação dos bens e apreensão dos meliantes.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

PRF conta com sistema de alerta instantâneo para recuperação de carros roubados

Talvez você não conheça, mas a Polícia Rodoviária Federal (PRF) conta com o Sistema Nacional de Alarmes (Sinal). O serviço permite a quem tiver seu veículo roubado, furtado, em sequestro ou clonado se cadastrar no portal da PRF e garantir que os agentes próximos ao crime sejam notificados imediatamente.

O registro facilita a identificação do carro extraviado enviando uma mensagem automática ao telefone funcional de todos os agentes em serviço no raio de 100 quilômetros da ocorrência ou na rota de passagem do veículo. O cadastro pode ser feito por meio do site da PRF, por meio do link www.prf.gov.br/sinal, ou ligando para o telefone 191, da PRF.

Na página de registro, a PRF informa que “comprovadamente, a probabilidade de recuperação de um veículo é maior nas primeiras horas após a ocorrência do fato”. Portanto, quanto mais rápida for feita a notificação, maior a chance de recuperar o veículo roubado.

A PRF ressalta que o cadastramento do registro no Sinal não substitui a necessidade do boletim de ocorrência na Polícia Civil.

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Ranking da violência nos munícipios brasileiros

O Brasil é o 9° país mais violento do mundo, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde). De acordo com a agência da ONU, a cada 100 mil pessoas 31,1 são mortas por armas de fogo.

Dados publicados pela organização ainda revelam que as taxas brasileiras representam cinco vezes a média mundial.

O Brasil registrou, em 2015, 59.080 homicídios. Isso significa 28,9 mortes a cada 100 mil habitantes. Os números representam uma mudança de patamar nesse indicador em relação a 2005, quando ocorreram 48.136 homicídios.

As informações estão no Atlas da Violência 2017, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). O estudo analisa os números e as taxas de homicídio no país entre 2005 e 2015 e detalha os dados por regiões, Unidades da Federação e municípios com mais de 100 mil habitantes. Apenas 2% dos municípios brasileiros (111) respondiam, em 2015, por metade dos casos de homicídio no país, e 10% dos municípios (557) concentraram 76,5% do total de mortes.

Os municípios mais violentos estão nas regiões Norte e Nordeste, o destaque é Rio Grande do Norte, com um crescimento de 232% na taxa de homicídios.

Municípios mais pacíficos e mais violentos

O Atlas da Violência 2017 analisou dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, referentes ao intervalo de 2005 a 2015, e utilizou também informações dos registros policiais publicadas no 10º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, do FBSP. Para listar os 30 municípios potencialmente mais violentos e menos violentos do Brasil em 2015, o estudo considerou as mortes por agressão (homicídio) e as mortes violentas por causa indeterminada (MVCI).

Altamira, no Pará, lidera a relação dos municípios mais violentos, com uma taxa de homicídio somada a MVCI de 107. Em seguida, aparecem Lauro de Freitas, na Bahia (97,7); Nossa Senhora do Socorro, em Sergipe (96,4); São José de Ribamar, no Maranhão (96,4); e Simões Filho, também na Bahia (92,3). As regiões Norte e Nordeste somam 22 municípios no ranking dos 30 mais violentos em 2015.

Entre os 30 mais pacíficos, 24 são municípios da região Sudeste. No entanto, os dois primeiros da lista ficam em Santa Catarina: Jaraguá do Sul (3,7) e Brusque (4,1). Em seguida, aparecem Americana (4,8) e Jaú (6,3), ambos em São Paulo, Araxá, em Minas Gerais (6,8), e Botucatu (7,2), também em São Paulo. A lista completa dos 30 municípios mais e menos violentos está nas tabelas 2.1 e 2.2 da pesquisa.

A análise isolada das taxas de homicídio pode ocultar o verdadeiro nível de agressão letal por terceiros em um município. Exemplo disso é Barreiras (BA), onde foi registrado apenas um homicídio em 2015. Isso colocaria a cidade entre as mais pacíficas do país. No entanto, ocorreram em Barreiras, naquele ano, 119 MVCI, uma taxa de 77,3 por 100 mil habitantes, o que eleva o município para a relação dos municípios mais violentos.

A AMS - Sistemas Integrados de Segurança trabalha e analisa os números de violência, sempre para buscar soluções que aprimorem o trabalho de segurança e tecnologia para a proteção do cidadão.




quarta-feira, 4 de julho de 2018

Torça com segurança

Nesta sexta-feira (06) o Brasil enfrenta a Bélgica pelas quartas de final da Copa do Mundo Rússia 2018. Além das dificuldades do jogo, já que as duas seleções são candidatas ao título, o time belga já trouxe muita dificuldade para o Brasil em Copa do Mundo. Foi no único confronto entre as seleções em Copas, jogo das oitavas em 2002 em que o Brasil acabou vencendo por 2 a 0 e no fim, sagrando-se pentacampeã.

Apesar de um resultado considerado tranquilo, foi um jogo de muitas oportunidades para os dois lados e que teve um gol da Bélgica anulado de uma forma duvidosa, causando muita indignação dos jogadores.

Quando a Bélgica estava mais perto de fazer o primeiro gol, o Brasil conseguiu fazer 1 a 0 graças à individualidade e talento de Rivaldo.

Com a vantagem, a equipe de Felipão mudou de postura e teve mais tranquilidade para fazer o segundo com Ronaldo, faltando quatro minutos para o fim.

Sabendo disso o jogo de sexta é de um grande nervosismo, não é mesmo? Mas também pode ser com muita felicidade, já que será no último dia da semana e ainda saindo mais cedo do trabalho. Combinação perfeita para poder relaxar e torcer por nossa seleção.

Torça com segurança

Futebol é emoção pura e muitos abusam desse momento para atrapalhar a ordem e a tranquilidade da população. A MAS Sistemas Integrados de Segurança sempre procura deixar seu lar seguro, com a mais moderna tecnologia para garantir a paz e tranquilidade nos momentos inesquecíveis, como jogo desta sexta-feira.
Portanto, se for em algum local público assistir ao jogo, procure curtir o momento, sem atritos ou provocações. Faça amigos, grite gol e envie sempre o bom-humor que o brasileiro tem de sobra. Força Brasil!